Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 Blog do professor
 Maremotriz
 Estruturas de Concreto Armado
 Bafômetro
 Aquecedor solar de materiais reciclados
 Oxímetros


 
Aterro sanitário


Apresentação Final

    A parte final do nosso trabalho é a apresentação da maquete esquemática e dos vídeos explicativos gravados no aterro sanitário.

 

 



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 13h02
[] [envie esta mensagem] []



Parte prática

    A parte prática do nosso projeto consta de um vídeo com fotos mostrando a visita técnica feita ao aterro sanitário de Belo Horizonte, na BR-040, e um vídeo com fotos da construção da maquete esquemática que mostra como é um aterro sanitário.

    



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 17h52
[] [envie esta mensagem] []



Localização do Aterro Sanitário de Belo Horizonte e Bairros  Adjacentes 

Foto Aérea – Dezembro 1999 / PRODABEL



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 19h53
[] [envie esta mensagem] []



“A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO URBANO NA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS:  O CASO DE BELO HORIZONTE, BRASIL”

 

 

 

* Talassa Carvalho Andrade

Arquiteta e Urbanista pela PUC-MG (Pontifícia Católica de Minas Gerais); Especialista em Engenharia Sanitária pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais); Mestranda em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos pelo programa de pós-graduação do DESA (Departamento de Engenharia Sanitária ) da UFMG.

 

Raphael Tobias de Vasconcelos Barros

Mestre em Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de S Carlos (1990) e doutor pela Institut National des Sciences Apliquées de Lyon (França) (2003). Atualmente é professor Adjunto da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) no DESA (Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental).

INTRODUÇÃO

 

Mais de 70% dos municípios brasileiros possuem menos de 20 mil habitantes e a concentração urbana da população no país ultrapassa a casa dos 80%. Isso reforça as preocupações com os problemas ambientais urbanos e, entre estes, o gerenciamento dos resíduos sólidos, cuja atribuição pertence à esfera da administração pública local. (IBGE, Censo 2000).

O que se percebe mais recentemente é uma mudança importante na atenção que a gestão de resíduos tem recebido das instituições públicas, em todos os níveis de governo. Os governos federal e estaduais têm aplicado mais recursos e criado programas e linhas de crédito onde os beneficiários são sempre os municípios. Estes, por seu lado, têm-se dedicado com mais seriedade a resolver os problemas de limpeza urbana e a criar condições de universalidade dos serviços e de manutenção de sua qualidade ao longo do tempo, situação que passou a ser acompanhada com mais rigor pela população, pelos órgãos de controle ambiental, pelo Ministério Público e pelas organizações não-governamentais voltadas para a defesa do meio ambiente. (RESOL, 2007)

Assim como a população mundial cresceu e se concentrou nas áreas urbanas, observou-se também este fenômeno no Brasil, principalmente a partir da década de 60.  Até 1960, a população rural era maior, o que inverteu na década de 70. Em 1970, a população urbana já representava 55,9% do total. Em 1970 a população rural começou a decrescer em número de habitantes. Naquele momento a população residente no campo era de 41 milhões de habitantes e em 1996 esse número já havia chegado em 34 milhões. (MOTA, 2003).

O crescimento das cidades e seu conseqüente aumento de população deveriam ser acompanhados pelo crescimento de sua infra-estrutura, para proporcionar uma mínima condição de vida e saúde. Infelizmente o que acontece não é isso, a ocupação é feita sem nenhum tipo de planejamento e conseqüente falta de infra-estrutura. Se não bastasse tudo isso, ainda são desconsiderados a característica do meio físico e seus recursos naturais. (MOTA, 2003)

O planejamento urbano hoje busca solucionar problemas de assentamentos já consolidados nas cidades. Observa-se que mesmo cidades como Brasília e Belo Horizonte fugiram ao controle dos planejadores. O caráter atual da urbanização brasileira é a espontaneidade e o caos. As cidades crescem caoticamente e depois exigem ações corretivas de ordenamento. (MOTA, 2003)

A partir do relatório feito pela Organização Mundial de Saúde, em 1965 pode-se transcrever:

“No processo de planejamento, os planejadores e os profissionais de saúde ambiental devem trabalhar juntos”. “Desde que o uso do solo tem sido tradicionalmente a chave para o planejamento metropolitano, deve ser considerado a sua interação com o sistema de abastecimento de água, coleta e disposição de esgoto, drenagem, transporte, coleta e disposição final do lixo, poluição do ar, do solo e da água, etc”. (MOTA, 2003).

O objetivo geral deste trabalho foi avaliar o sistema de gerenciamento de resíduos sólidos urbanos de Belo Horizonte em relação ao crescimento da cidade e ao planejamento urbano. O produto foi uma monografia de final de curso da especialização em engenharia sanitária da UFMG em 2007.

 

 

METODOLOGIA

 

A cidade de Belo Horizonte serviu como modelo de análise e crítica para que futuramente sua experiência possa servir de modelo para outras.

O estudo de caso na cidade de Belo Horizonte foi feito através de: coleta de dados sobre a gestão de resíduos sólidos na cidade, fornecidos pela SLU (Superintendência de Limpeza Urbana) e pelas bibliografias estudadas; visitas técnicas a galpões de triagem de materiais recicláveis, ao aterro de Belo Horizonte na BR-040, à usina de compostagem de materiais orgânicos e às usinas de reciclagem de entulho no Estoril e na BR-040.

Foram feitas entrevistas com técnicos da própria SLU: Chefe do Departamento de Programas Especiais, Técnica do Departamento de Programas Especiais e com ex-superintendente da SLU.

As entrevistas foram marcadas previamente e gravadas. As respostas foram dadas após as entrevistadas lerem rapidamente o questionário.

As respostas foram transcritas assim como foram ditadas. As entrevistas contemplaram perguntas sobre a importância do planejamento urbano na gestão dos resíduos sólidos, os problemas enfrentados pela administração pública na gestão dos resíduos, o papel da terceirização dos serviços de coleta, a importância e a inserção dos catadores e a eficiência das legislações existentes.

 



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 22h44
[] [envie esta mensagem] []



RESULTADOS

 

Belo Horizonte, com aproximadamente 2.412.937 habitantes (IBGE, 2007), distribuídos numa área de 330,90 Km2, coletava no início de 2008 mais de 4.300 t/dia de resíduos sólidos, sendo que 4.048 t/d são destinadas à aterragem e 252 t/dia à reciclagem. Segundo estudos de caracterização (2005) a geração diária “per capita” é da ordem de 0,692 kg/habitante/dia, sendo os resíduos domésticos e comerciais, compostos, em termos médios, por 65% de matéria orgânica, 27% de materiais recicláveis (metal, papel, plástico e vidro) e 8% de rejeitos (materiais diversos não reaproveitáveis). (PBH, 2007).

A iniciativa de se reaproveitar os resíduos orgânicos que constituem 65% dos resíduos domésticos e comerciais de Belo Horizonte ainda é pouco significativa, uma vez que a compostagem é feita apenas com resíduos de sacolões e feiras. O potencial deste tipo de material ainda é grande e pouco aproveitado.

Mais de 40% dos resíduos gerados em Belo Horizonte são de entulho da construção civil.

Mais de 75% da população de vilas e favelas de Belo Horizonte, que totalizam cerca de 300.000 habitantes, é atendidas pela coleta domiciliar porta a porta.

Para minimizar os problemas conseqüentes a essa geração a prefeitura de Belo Horizonte instalou, após estudos dos pontos críticos geradores, três usinas de reciclagem de entulho localizadas nos seguintes bairros: Pampulha (dezembro de 1996), Estoril (novembro de 1995) e no aterro da BR-040 (junho de 2006). Hoje, cerca de 2.100 m³ de resíduos são reciclados por mês em cada uma das três usinas. A figura 2 mostra o material britado pronto para ser coletado.

 

 

A coleta seletiva porta a porta acontece em 13 bairros distintos na cidade e a previsão é de que mais 30 bairros sejam atendidos em 2008. O material coletado atualmente é enviado para as cooperativas de catadores cadastradas na prefeitura de Belo Horizonte e todo o produto da venda é distribuído entre os associados, que em 2008 somam 350.

Existe a intenção de se ampliar a coleta seletiva em alguns bairros da cidade, mas a iniciativa e o percentual de material reciclado ainda são modestos visto que 27% dos resíduos domiciliares e comerciais (301,86 t/dia) são potencialmente recicláveis, mas menos de 5% o são. 

 

 

 

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

 

Após o estudo de caso da cidade de Belo Horizonte pode-se verificar a importância do planejamento urbano na gestão dos resíduos sólidos da cidade tanto no momento em que se iniciam os serviços, como foi feito na época da criação da SLU em 1973, quanto no decorrer do desenvolvimento da mesma. Ficam também evidentes os problemas gerados pela falta de políticas públicas no saneamento. Hoje, o que se tem na gestão dos resíduos sólidos de Belo Horizonte são apenas planejamentos corretivos para situações que talvez poderiam ter sido evitadas, caso o planejamento tivesse sido concretizado ao longo do tempo.

O planejamento sozinho não consegue fazer com que o estipulado nos estudos seja seguido. A exemplo de Belo Horizonte, conclui-se que as legislações são insuficientes para garantirem com que as decisões tomadas sejam mantidas.

Os principais obstáculos na gestão são a falta de verbas, de profissionais especializados e de fiscalização eficiente. Assim como foram feitas a descentralização das divisões de limpeza pública em 1981 e a criação das regionais, fica claro a importância de se criar pólos na cidade para solucionar os problemas.

Deve-se ampliar a educação ambiental para que a população tome consciência do seu papel de gerador de resíduos e possa assim reduzir a geração do mesmo. É fundamental buscar alternativas para ampliar a coleta seletiva e aplicar a compostagem da matéria orgânica, presente em grande porcentagem nos resíduos domiciliares.

É imprescindível a aprovação de uma Política Nacional de Resíduos Sólidos adequada à realidade das cidades brasileiras e a fiscalização das legislações existente.

Sugere-se estudar as vantagens e desvantagens da descentralização dos serviços públicos para que esta solução possa auxiliar a gestão dos resíduos sólidos.

 É importante ampliar os estudos sobre as soluções de consórcios entre cidades para que futuramente esta solução possa ser aplicada de forma adequada, não gerando problemas maiores. É pertinente o estudo sobre vantagens e conseqüências da terceirização dos serviços de coleta.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

Abnt. Nbr 1004/87 Resíduos Sólidos. 1987.

                Abreu, M.F Do Lixo À Cidadania: Estratégias Para A Ação. Brasília: Caixa, 2001. 94p.

                Abreu, M.F; Pinheiro, O.M; Motta, M.L.A. Coleta Seletiva: Um Manual Para Cidades Mineiras. Belo Horizonte: Crea –Mg, 2003. 24 P.

                Andrade, T.C. A Importância Do Planejamento Urbano Na Gestão De Resíduos Sólidos Urbanos: Belo Horizonte, Mg, Brasil. Monografia De Especialização, Desa, Ufmg, 2007.

                Cempre, 2007 Compromisso Empresarial Para Reciclagem. (Http://www.Cempre.Org.Br/Biblioteca.Php).

                Federal, G. Constituição Da República Federativa Do Brasil. Brasília. 1988. 119p.

                Instituto De Pesquisas Tecnológicas - Ipt; Cempre. Lixo Municipal. Manual De Gerenciamento Integrado. 2ª Edição. São Paulo, 2000. 370p.

                Mma (Ministério Do Meio Ambiente). Agenda 21 Brasileira. Brasília. 2000. 192p.

                Mota, S. Urbanização E Meio Ambiente. 3ª Ed. Rio De Janeiro: Abes, 2003. 356p.

                Pbh. Limpeza Urbana Na Belo Horizonte Centenária. Belo Horizonte: Pbh, 2001. 174p.

                Plambel.  Estrutura Urbana E Unidades Espaciais. Belo Horizonte: Plambel. 1985.

                Resol, 2007. Cartillha: Gerenciamento Integrado De Resíduos Sólidos. (Http://www.Resol.Com.Br/Cartilha4/Gestao/Gestao.Asp).

 

 

 

 



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 22h20
[] [envie esta mensagem] []



Aterro Sanitário, uma solução menos inteligente.

 

     A construção de aterros sanitários em municípios é um assunto polêmico e bastante debatido entre os profissionais das áreas que se referem ao meio ambiente.

     Após a edição da Lei de saneamento básico, criada pelo Governo Federal, no início deste ano (Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007), muito tem se discutido sobre saneamento ambiental e resíduos sólidos em todas as regiões do território nacional. E, contudo, e por pressão e questionamentos da sociedade, os governantes precisam criar soluções eficientes para o destino desses resíduos que são consumidos diariamente por cada um de nós e pelas nossas organizações.

     Leigos no assunto acreditam que a implantação de um aterro sanitário é a solução para os problemas de resíduos inaproveitáveis, porém, especialistas na área confirmam que esse recurso só deve ser utilizado em último caso, pois, tudo o que é jogado fora pode ser reaproveitável, seja transformado matéria orgânica em compostagem, ou “lixo” em materiais recicláveis.

     Um grande aterro sanitário no meio do município, onde todo resíduo sólido será depositado, não é a solução mais cabível para resolver o problema do lixo. Pensar que a biorremediação é uma proposta melhor para o destino final dos resíduos é subestimar a capacidade intelectual da sociedade que espera por melhorias conscientes. E utilizar o material jogado fora como fonte de energia ou transformá-lo em algum material aproveitável, seria algo consciente e eficaz das nossas autoridades.

     Há tempos, a população de Rio do Sul rejeita obras desse porte e a maior prova disso é o lixão, em funcionamento até pouco tempo, situado no bairro Fundos Canoas. Está mais do que na hora de mudar a realidade desses moradores e propor alternativas tecnológicas e economicamente mais significativas. A base desta mudança pode começar pela gestão do lixo local, através da mobilização social e educação ambiental, no território da bacia hidrográfica do município de Rio do Sul.

     Além disso, o aterro sanitário é preocupante porque é o grande causador da poluição hídrica, uma vez que todo chorume, produzido em grande quantidade nos aterros, é despejado nos rios. Seu grande volume e poder poluidor, medido em DBO (demanda bioquímica de oxigênio), na maioria das vezes não é convenientemente tratado, seja por dificuldades técnicas, falta de investimentos ou má avaliação geológica das possibilidades de tratamento. E, ainda que fosse tratado, a centralização dos grandes aterros sanitários gera impactos profundos com transporte, sem o menor retorno sócio-econômico, gerando apenas despesas para sua manutenção.

     O aterro sanitário é uma boa opção para as empresas privadas menos conscientes, que não sabem da importância de reciclar e acreditam que confinar materiais em baixo da terra, contaminando o ambiente, é a maneira mais rápida e prática de obter lucro sem se preocupar com as conseqüências.

     Ao contrário, nós, agentes ambientais conscientes e preocupados com o futuro das próximas gerações, queremos o contrário: reaproveitar e transformar a maior quantidade possível de lixo e assim gerar empregos, desenvolver tecnologias, estimular empresas, descentralizar, economizar energia e matéria prima.

     Claro que isso não é uma tarefa fácil. A gestão do lixo é um conjunto de atividades complexas que inclui desde a diminuição do próprio volume de lixo produzido, através da mudança de hábitos sociais e de procedimentos industriais até a alteração da legislação ambiental, visando uma política de incentivos ao desenvolvimento de empresas nesta nova área.

     Não obstante disso, podemos contar com as novas tecnologias e inovações na área ambiental que geram o mínimo de passivos ambientais e oferecem um destino apropriado aos resíduos, além de não comprometerem o meio ambiente, eliminando lixo urbano e contribuindo para o controle do aquecimento global.

     Um exemplo são as tecnologias que reduzem os resíduos sólidos em farelo, sem que ele seja desperdiçado e que ainda pode ser reaproveitado. Com um processo de triagem, trituração e aquecimento do lixo, o resultado final é uma matéria-prima com um volume 80% menor dos resíduos iniciais e sem contaminação do solo e do ar.

     Isso sem contar com a geração de energia, que oferece a possibilidade de render créditos de carbono no Mecanismo de desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto (1997), isso permite que países industrializados invistam em projetos de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa em países em desenvolvimento.

      Mais do que nunca, está na hora de mudarmos o quadro ambiental que se torna cada vez mais agravante em grandes e pequenas regiões do Brasil e do mundo. Devemos e podemos começar dando o exemplo pelo nosso município. É preciso investir na mobilização social, mas na mobilização social inteligente. Está aí a grande e central questão, não somente para a questão do lixo, quanto para o controle às epidemias, para a promoção da saúde, para administrar melhor a cidade, para alcançar a plena cidadania em todas as frentes. O que precisamos é de uma nova e moderna gestão do lixo na administração pública. A população está sedenta por políticos comprometidos com seus cargos e funções e que representem a população e apresentem soluções, não a curto prazo, mas soluções cabíveis.

     Olhar com dedicação os problemas ambientais se torna cada vez mais importante e por que não dizer um dever de nossas autoridades, principalmente, nos dias atuais, em que a conscientização está sendo discutida e exigida pela maioria dos cidadãos que estão sentindo na pele que é preciso preservar e se conscientizar dos efeitos causados pelos homens ao meio ambiente. É preciso que os políticos, representantes do povo no poder, se envolvam nesse nicho ambiental e criem mecanismos para solucionar este problema da vida urbana atual.

 

Fonte:

 http://caapua.wordpress.com/dedo-no-olho/aterro/



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 15h36
[] [envie esta mensagem] []



O que é a reciclagem do lixo?

     O termo reciclar significa transformar objetos materiais usados (ou lixo material) em novos produtos para o consumo. Esta necessidade foi despertada pelas pessoas comuns e governantes, a partir do momento em que observou-se os benefícios que a reciclagem apresenta para o nosso planeta.

Símbolo da reciclagem

     Desde a década de 1980, a produção de embalagens e produtos descartáveis cresceu significativamente, assim como a produção de lixo, principalmente nos países industrializados. Muitos governos e ONGs (Organizações Não Governamentais) estão cobrando das indústrias atitudes responsáveis. Neste sentido, o desenvolvimento econômico deve estar aliado à preservação do meio ambiente. Atividades como campanhas de coleta seletiva de lixo e reciclagem de alumínio, plástico e papel, já são corriqueiras em várias cidades do mundo.

     No processo de reciclagem, que além de preservar o meio ambiente também gera renda, os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta reciclagem ajuda a diminuir significativamente a poluição da água, do ar e do solo. Muitas empresas estão reciclando materiais como uma maneira de diminuir os custos de produção de seus produtos.

Sacolas feitas com papael reciclável

     Outro importante benefício gerado pela reciclagem é a quantidade de novos empregos que ela tem gerado nos grandes centros urbanos. Muitas pessoas sem emprego formal (com carteira registrada) estão buscando trabalho neste ramo e conseguindo renda para manterem suas famílias. Cooperativas de catadores de papel e alumínio, por exemplo, já são comuns nas grandes cidades do Brasil.

     Diversos materiais como, por exemplo, o alumínio pode ser reciclado com um índice de reaproveitamento de aproximadamente 100%. Derretido, ele volta para as linhas de produção das indústrias de embalagens, reduzindo os custos para as empresas.

     Várias campanhas de educação ambiental têm despertado a atenção para o problema do lixo nos grandes centros urbanos. Cada vez mais, os centros urbanos, com altos índices de crescimento da população, tem encontrado dificuldades em obter locais para instalarem depósitos de lixo (aterros). Logo, a reciclagem mostra-se como uma solução viável do ponto de vista econômico, além de ser ambientalmente correta. Nas escolas, muitos alunos são orientados pelos educadores a separarem o lixo em suas casas. Outro fato interessante é que já é muito comum nos grandes condomínios residenciais a reciclagem do lixo.

Símbolos da reciclagem por material

     Em regiões de zona rural a reciclagem também está acontecendo. O lixo orgânico (sobras de vegetais, frutas, grãos e legumes) é utilizado na produção de adubo orgânico para ser usado na agricultura.

     Como podemos verificar, se o ser humano souber utilizar os recursos que a natureza oferece, poderemos ter, muito em breve, um ambiente mais limpo desenvolvido de forma sustentável.

Curiosidade: Você sabia que muitos produtos levam muitos anos para serem absorvidos pelo meio-ambiente? Veja abaixo uma relação das substâncias e o tempo que elas levam para serem absorvidas no solo.

· Papel comum: de 2 a 4 semanas 
· Cascas de bananas: 2 anos 
· Latas: 10 anos 
· Vidros: 4.000 anos 
· Tecidos: de 100 a 400 anos 
· Pontas de cigarros: de 10 a 20 anos 
· Couro: 30 anos 
· Embalagens de plástico: de 30 a 40 anos 
· Cordas de náilon: de 30 a 40 anos 
· Chicletes: 5 anos 
· Latas de alumínio: de 80 a 100 anos

 

Fonte:

http://www.todabiologia.com/ecologia/reciclagem.htm

 



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 14h34
[] [envie esta mensagem] []



O que é a incineração do lixo?

Do ponto de vista sanitário, a destruição integral do lixo pela incineração à altas temperaturas é uma das alternativas para o destino final do lixo urbano, é um método de redução de volume e peso do lixo, através da combustão controlada, porém sempre haverá um resíduo a ser disposto em aterro sanitário, podendo chegar a valores em torno de 20% do peso inicial. 

Um incinerador pode ser operado sem provocar agressões ao meio ambiente, para isso, deverão ser empregados precipitadores de partículas, filtros eletrostáticos, lavadores de gases, etc. 

O processo de incineração atinge temperaturas acima de 900° Celsius, no caso da queima de resíduos domiciliares haverá uma redução dos constituintes minerais como o dióxido de carbono gasoso e vapor d'água, à sólidos inorgânicos(cinzas).

As vantagens da queima do lixo são: redução drástica do volume a ser descartado, redução do impacto ambiental, recuperação de energias, aumento da vida útil dos aterros sanitários e destoxificação.

De entre as desvantagens destacamos: custo elevado de operação e manutenção, mão-de-obra qualificada, problemas operacionais, os limites de emissão de componentes da classe das de toxinas e furanos que são lançados na atmosfera.

No processo de incineração existem alguns componentes que devem ser levados em consideração no momento em que os resíduos são incinerados, como o poder calorífico inferior dos resíduos, a umidade e a composição das cinzas provenientes da queima dos resíduos.  Estes itens interferem diretamente no rendimento do processo de incineração, pois se a umidade for elevada, necessitaremos de maior energia para que haja a combustão dos resíduos. O poder calorífico nos resíduos é inversamente proporcional à energia utilizada para a combustão.

Atualmente existem incineradores que utilizam o lixo doméstico para a geração de vapor e posteriormente de energia elétrica, porém para que haja maior eficiência nesse tipo de processo deverá haver uma triagem dos resíduos que serão destinados à câmara de combustão, para que se possa obter um melhor aproveitamento da energia no processo.

Podemos descrever as etapas da incineração em cinco fases distintas, contudo poderá haver uma variação quanto ao tipo de equipamento utilizado:

a)   Pré tratamento: moagem, secagem, compostagem, ensacamento;

b)   Alimentação: manual, esteira de roletes, esteira rolante, ou de rolante com multigarra;

c)   Incineração: câmaras múltiplas, ar controlado, forno rotativo, grelhas móveis;

d)   Condicionamento dos gases: resfriamento com água, mistura com água, trocador de calor;

e)    Tratamento dos gases: precipitador  elétrostático, filtros de manga, lavadores venturi.

Atualmente o os incineradores estão sendo utilizados em larga escala para incinerar os resíduos provenientes dos serviços de saúde, como hospitais, farmácias, ambulatórios, laboratórios, clínicas veterinárias e médicas.

 

Fonte:

http://www.geocities.com/reciclagem2000/incineracao.htm



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 21h46
[] [envie esta mensagem] []



O que é a compostagem do lixo?

A compostagem pode ser uma boa solução para o grande volume de lixo produzido nas cidades.

A compostagem, que é a transformação do lixo orgânico em adubo, assim como a reciclagem de materiais inorgânicos (separação de plásticos, latas e outros materiais), pode ser a solução para minimizar a grande produção de lixo.

O economista Sabetai Calderoni, em seu livro "Os Bilhões Perdidos no Lixo", de 1997, calcula que o Brasil perde por ano pelo menos R$ 4,6 bilhões por não reciclar adequadamente o lixo residencial. O reaproveitamento deste lixo, sobretudo dos resíduos orgânicos, no caso da compostagem pode significar um importante ganho para a sociedade. Mas, para tanto, é necessário conscientizar os agricultores para a importância do papel que desempenha os adubos orgânicos, assim como os moradores urbanos para a prática da coleta seletiva - essencial para a qualidade do produto, e dos eventuais riscos de odores.

A compostagem, segundo o Manual de Gerenciamento Integrado - Lixo Municipal - IPT/CEMPRE, é o nome dado ao processo biológico de decomposição da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal. "Dá-se o nome de compostagem ao processo biológico de decomposição da matéria orgânica contida em restos de origem animal ou vegetal. Esse processo tem como resultado final um produto - o composto orgânico - que pode ser aplicado ao solo para melhorar suas características, sem ocasionar riscos ao meio ambiente. "

Na compostagem os microrganismos convertem a parte orgânica dos resíduos sólidos, num material estável, tipo hummus, conhecido como como composto orgânico. Este composto pode ser aplicado ao solo para melhorar suas características, sem ocasionar riscos ao meio ambiente.

No Brasil o lixo orgânico representa mais da metade do total coletado. Quase a totalidade desse lixo é alterado. O primeiro sistema de compostagem implantado no Brasil foi o Beccari, adotado em mais de 20 cidades e representou um grande avanço no sistema de tratamento de lixo.

 

 

 

Fonte:

http://www.partes.com.br/especial_sp_450/compostagem.htm



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 21h44
[] [envie esta mensagem] []



O que é o chorume?

         Chorume é uma substância líquida resultante do processo de putrefação (apodrecimento) de matérias orgânicas. Este líquido é muito encontrado em lixões e aterros sanitários. É viscoso e possui um cheiro muito forte e desagradável (odor de coisa podre).
         O processo de tratamento do chorume é muito importante para o meio ambiente. Caso não seja tratado, ele pode atingir lençóis freáticos, rios e córregos, levando a contaminação para estes recursos hídricos. Neste caso, os peixes podem ser contaminados e, caso a água seja usada na irrigação agrícola, a contaminação pode chegar aos alimentos (frutas, verduras, legumes, etc). Em função da grande quantidade de matéria orgânica presente no chorume, este costuma atrair moscas que também podem trazer doenças aos seres humanos.
          Existe também o necrochorume que é o líquido resultante do processo de decomposição de cadáveres. Há também, neste caso, a necessidade do tratamento desta substância nos cemitérios.

Chorume do lixo: um líquido de odor forte e alto potêncial de contaminação

A composição do chorume pode ser vista na tabela a seguir:

Parâmetro - Faixa

pH --- 4,5 – 9,0

Sólidos Totais --- 2.000 – 60.000

Matéria Orgânica - mg/L

Carbono Total --- 30 – 29.000

DBO5 --- 20 – 57.000

DQO --- 140 – 152.000

DBO5/DQO --- 0,02 – 0,80

Nitrogênio Orgânico --- 14 – 25.000

Elementos Traços Inorgânicos - EM mg/L

Arsênico --- 0,01 – 1

Cádmio --- 0,0001 – 0,4

Cromo --- 0,02 – 1,5

Cobalto --- 0,005 – 1,5

Cobre --- 0,005 – 10

Chumbo --- 0,001 – 5

Mercúrio --- 0,00005 – 0,10

 

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Chorume

http://www.suapesquisa.com/o_que_e/chorume.htm



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 21h30
[] [envie esta mensagem] []



Como é construído um aterro sanitário?

 

     Basicamente escolhe-se um terreno grande e vazio onde o lixo vai sendo acumulado em camadas. Mas esse processo é muito mais complicado do que parece. A primeira - e principal - dificuldade é selecionar o local do aterro. É preciso apresentar um estudo de impacto ambiental e obter licenças para instalar e operar o depósito de lixo - já no projeto de instalação, os operadores do aterro precisam deixar claro, por exemplo, como ele será fechado, depois de pelo menos dez anos. Há até uma audiência pública para ouvir as pessoas que moram nos arredores do terreno escolhido. Esse processo demora anos. Aí começa, de fato, a construção do aterro (veja no infográfico abaixo). A maioria dos aterros é municipal, mas a operação fica por conta de empresas concessionárias, que geralmente são as mesmas responsáveis pela coleta de lixo na cidade. Lixo industrial e hospitalar é depositado em aterros específicos, cujo processo de instalação e operação é ainda mais complexo.

 

 

 

 

 

Montanha de lixo - um aterro pode atingir até 100 metros de altura!!!!

 

1. O aterro começa com a escavação de um grande buraco. Mas, antes disso, o solo é perfurado até o lençol freático para verificar se não é arenoso demais e calcular o limite da escavação: o fundo não pode ficar a menos de 2 metros do lençol.

2. Tratores compactam a terra do fundo do buraco. Sobre o solo compactado é colocada uma espécie de manta de polietileno de alta densidade e, sobre ela, uma camada de pedra britada, por onde passam os líquidos e gases liberados pelo lixo. A cada 5 metros de lixo é feita uma camada de impermeabilização.

3. Para drenar o percolado (líquido que sai do lixo misturado à água da chuva) a cada 20 metros são instaladas calhas de concreto, que levam a mistura nojenta até a lagoa de acumulação.

4. Para evitar que alguém jogue lixo clandestinamente ou que algum desavisado entre no aterro, a área é toda cercada. Em São Paulo, por exemplo, é obrigatório criar um cinturão verde de pelo menos 50 metros de largura ao redor do aterro, com vegetação nativa.

5. O lixo solta gases, que são captados por uma rede de tubos verticais cheios de furinhos. Por esses canos, os gases sobem e chegam à superfície do aterro. Alguns gases são recolhidos em tambores e outros são liberados na atmosfera - o metano, em contato com o ar, pega fogo.

6. Engenheiros calculam que cada metro cúbico de lixo pesa cerca de 0,6 tonelada. Cada camada do aterro tem 5 metros de altura: 4 metros de lixo e 1 metro de terra, brita e a manta de polietileno. Em cidades pequenas, o limite é de três camadas, mas nas metrópoles elas chegam a 20.

7. O percolado, aquele líquido que escorre da montanha de lixo, é tratado no próprio aterro e lançado no esgoto ou, como acontece em São Paulo, é recolhido em um "piscinão" e transportado em caminhões para uma estação de tratamento de esgoto.

8. Balanças parecidas com aquelas que vemos nas estradas controlam a quantidade de lixo que chega ao aterro em cada caminhão. Caminhões coletores como os que vemos nas ruas carregam de 7 a 9 toneladas, mas há carretas capazes de levar até 40 toneladas por viagem.

9. Esta é a área responsável por coordenar e monitorar as atividades do aterro. É aqui também que se avalia se já é hora de encerrar as atividades do aterro e encomendar a construção de um novo.

10. Quando o aterro esgota sua capacidade, é preciso fechá-lo. A maior parte deles dá origem a áreas verdes de conservação. Como o gás e o percolado continuam sendo gerados por pelo menos 15 anos, não se recomenda que o terreno seja usado para construções.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:

http://mundoestranho.abril.com.br/cotidiano/pergunta_287679.shtml



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 20h21
[] [envie esta mensagem] []



Blocos de Perguntas

  • Técnicas

1) Qual a finalidade de um aterro sanitário?

2) Como é formado o aterro sanitário?

3) Qual tipo de lixo o aterro recebe?

4) Em quais casos a incineração do lixo é feita?

5) Qual deve ser a preparação básica da área onde irá ser construído o aterro sanitário?

6) Como são separados os resíduos na execução do aterro?

7) Qual é o procedimento para a construção de um aterro sanitário?

8) Como são cobertos os resíduos ao fim do dia num aterro?

9) Como é feito o monitoramento de um aterro sanitário?

  • Científicas

1) O que é um aterro sanitário?

2) O que é o chorume?

3) Em que consiste a compostagem do lixo?

  • Econômicas/Comerciais

1) Quais os problemas que um aterro sanitário pode trazer para a sociedade?

2) O que é feito para amenizar o impacto visual de um aterro sanitário?

3) Quais os tipos de licença necessários para abertura de um aterro sanitário?

4) Um aterro sanitário pode vir a gerar lucro?

  •  Ambientais/Saúde

1) Quais os problemas que um aterro sanitário pode trazer para o meio ambiente?

2) Como se designam as águas contaminadas produzidas no aterro?

3) Como se designa o conjunto de gases produzidos num aterro por decomposição biológica dos resíduos?

4) Quais os tipos de bactérias presentes em um aterro?

  • Físicas/Químicas

1) Para onde vão os gases eliminados pelo lixo?

2) Qual a importâcia das bactérias na decomposição do lixo?

  • Curiosidades

1) Qual a diferença entre aterro sanitário e lixão?

2) Qual a capacidade de um aterro sanitário?

3) Quando essa capacidade se esgota, o que fazer?

4) O que pode ser feito em uma área que já foi utilizada como aterro sanitário?

5) Quantos metros um aterro sanitário pode atingir?

6) Quando o aterro esgota sua capacidade, porque é preciso fechá-lo?

7) Onde eram colocados os resíduos antes da construção dos aterros sanitários?

8) Qual a ligação entre aterro sanitário e engenharia?

 

 



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 23h34
[] [envie esta mensagem] []



Objetivo do projeto

    Ao explicarmos o funcionamento de um aterro sanitário, temos como objetivo informar aos visitantes do blog para onde vai o lixo das grandes cidades (que possuem aterros sanitários dentro das normas) e como ele é tratado. Dentre os tópicos que serão abordados estão: como é construído um aterro sanitário, quais as vantagens e desvantagens que ele pode trazer tanto nos aspectos ambientais, sociais e econômicos e a diferença entre aterro sanitário e lixão. Procuraremos também explicar um pouco sobre o aterro sanitário de Belo Horizonte que hoje encontra-se com sua capacidade esgotada.  



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 20h23
[] [envie esta mensagem] []



Qual a diferença entre aterro sanitário e lixão?

  Segundo a Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental (CETESB), aterro sanitário é o processo de disposição final de resíduos sólidos, principalmente do lixo domiciliar, baseado em critérios de engenharia e normas operacionais específicas.Estas normas e critérios permitem a confinação segura do lixo, em termos de controle da poluição ambiental e proteção ao meio ambiente. 
  Ao contrário do aterro sanitário, os lixões não atendem nenhuma norma de controle. O lixo é disposto de qualquer maneira e sem nenhum tratamento, o que acaba causando inúmeros problemas ambientais.  
  O lixo a céu aberto atrai ratos que têm a sua capacidade reprodutiva aumentada devido à disponibilidade abundante de alimentos. Esses animais são transmissores de inúmeras doenças, tais como raiva, meningite, leptospirose e peste bubônica. 
  Outro sério problema causado pelos lixões é a contaminação do solo e do lençol freático, caso exista um no local, pela ação do chorume, líquido de cor negra característico de matéria orgânica em decomposição.  
  Além disto, estes lugares dão acesso para as pessoas carentes que acabam contraindo várias doenças. Com total omissão social e desrespeito ao ser humano, essas pessoas buscam nos lixões um meio de sobrevivência, ou alimentando-se, ou vendendo entulhos.

Lixão no interior de Minas Gerais 

 

Figura esquemática de um lixão

 

 

 

 

 

Fonte:

http://www.saudenainternet.com.br/portal_saude/aterro-sanitario-versus-lixao.php

 



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 13h07
[] [envie esta mensagem] []



O que é um aterro sanitário?

   É uma forma de disposição final de resíduos sólidos urbanos (domésticos, comerciais, de serviços de saúde, da indústria de construção, ou dejetos sólidos retirados do esgoto) gerados pela atividade humana no solo que utiliza técnicas de engenharia civil e sanitária para espalhar, compactar e cobrir com terra diariamente esses resíduos, com o objetivo de proporcionar o confinamento seguro deles, evitando riscos e danos à saúde pública e minimizando os impactos ao ambiente. Sua construção deve impermeabilizar o solo para que o chorume não atinja os lençóis freáticos, contaminando as águas, deve também drenar o chorume, que deve ser retirado do aterro, e deve drenar os gases, principalmente o carbônico, o metano e o sulfídrico.

 

 Aterro sanitário de Belo Horizonte localizado na BR-040, saída para Brasília.

 

   Os aterros sanitários são construídos, na maioria das vezes, em locais distantes das cidades. Isto ocorre em função do mal cheiro e da possibilidade de contaminação do solo e de águas subterrâneas. Porém, existem, atualmente, normas rígidas que regulam a implantação de aterros sanitários. Estes devem possuir um controle da quantidade e tipo de lixo, sistemas de proteção ao meio ambiente e monitoramento ambiental.

   Os aterros sanitários são importantes, pois solucionam parte dos problemas causados pelo excesso de lixo gerado nas grandes cidades. 

 

Figura esquemática de um aterro sanitário

 

 

 

Fontes:

http://www.insea.org.br/html/glossario.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Aterro_sanit%C3%A1rio

http://www.suapesquisa.com/o_que_e/aterro_sanitario.htm

 



Escrito por Bruninha, Ca, Dani, Jolie às 12h19
[] [envie esta mensagem] []




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]